A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da 14ª Delegacia de Polícia Regional do Interior e da Delegacia de Polícia (14ª DPRI) de Alpestre, instaurou procedimento para apurar a prática de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.
Conforme a apuração inicial, há indícios de que o investigado, na condição de padrasto, teria mantido conjunção carnal ou praticado outros atos libidinosos com a enteada, de 12 anos.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva dos investigados, mãe e padrasto. A medida foi deferida pelo Poder Judiciário com fundamento na garantia da ordem pública e na instrução criminal.
A mãe foi localizada e presa na tarde de quarta-feira, 16, e encaminhada ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. A responsabilização ocorre, em tese, por omissão na proteção da menor.
O padrasto é considerado foragido, e diligências seguem para localização e prisão. A Polícia Civil informa que o caso tramita em sigilo para garantir a apuração dos fatos e a proteção da vítima. Informações sobre o paradeiro do investigado podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais.