Publicidade
Clima
Alerta amarelo indica risco de tempestades no Norte do Estado
Aviso do Inmet aponta chuva, vento e possibilidade de granizo em todo o Rio Grande do Sul até terça-feira, 7
Por: Márcia Sarmento
Publicado em: segunda, 06 de abril de 2026 às 11:41h
Atualizado em: segunda, 06 de abril de 2026 às 11:42h

O avanço de áreas de instabilidade mantém todo o Rio Grande do Sul sob atenção nesta segunda-feira, 6, com destaque para a região Norte do Estado, incluída no alerta amarelo de tempestade emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso começou a valer ainda pela manhã e segue até as 23h59min de terça-feira, 7, indicando condições de tempo severo com potencial de transtornos pontuais.
De acordo com o comunicado, o alerta amarelo representa perigo potencial, com previsão de chuva que pode chegar a 50 milímetros e rajadas de vento entre 40 km/h e 60 km/h. Também há possibilidade de queda de granizo em diversas áreas, incluindo municípios do Norte gaúcho. Apesar disso, o risco de ocorrências mais graves, como alagamentos significativos, interrupções no fornecimento de energia elétrica e quedas de árvores, é considerado baixo.
Mesmo assim, a recomendação é de atenção, especialmente em áreas mais vulneráveis e durante episódios de chuva intensa acompanhada de vento. A instabilidade pode ocorrer de forma irregular, com períodos de melhora intercalados com pancadas mais fortes.
Enquanto isso, a situação é mais preocupante na metade oeste do Estado, onde o Inmet emitiu alerta laranja para tempestade a partir do meio-dia desta segunda-feira. Nestas regiões, a previsão indica volumes de chuva que podem alcançar até 100 milímetros, além de rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h e maior probabilidade de granizo.
O alerta laranja, válido por 24 horas até o meio-dia de terça-feira, abrange áreas da Fronteira Oeste, Região Central, Campanha, Região Sul, Missões e Região Noroeste. Nessas localidades, há risco mais elevado de danos, incluindo corte de energia elétrica, quedas de árvores, alagamentos e prejuízos em plantações.
 

Publicidade
Publicidade
Fonte: Jornal O Alto Uruguai, com informações da GZH e Inmet